PAVIMENTAÇÃO DE VIAS E PÁTIOS

SAIBA TUDO SOBRE PAVIMENTAÇÃO DE VIAS E PÁTIOS E COMO ESSE SERVIÇO É EXECUTADO

Você sabe como acontece o processo para a pavimentação de vias? Pode parecer simples, mas antes de definir o tipo de base da rua e o revestimento usado, é necessário considerar uma série de fatores, como carga, drenagem e microdrenagem.

Tanto rodovias quanto vias urbanas exigem uma análise e projeto específicos antes de definir as características necessárias ao calçamento. Os três tipos mais comuns em obras públicas são os pavimentos flexíveis, semirrígido e rígido.

Cada tipo de pavimento atende a demandas específicas no que diz respeito à estrutura, capacidade de tráfego, custo de instalação e manutenção. Lembrando que seja qual for o tipo de serviço de construção, reparo e projetos a Engenharia Hidrolimpa executa o serviço com uma equipe treinada e qualificada para qualquer desafio

TIPOS DE PAVIMENTO E QUANDO USAR

O pavimento flexível é o mais comum por aceitar reparos pontuais e recapeamentos, sem demandar grandes esforços. Não possui agentes cimentantes em sua composição, sendo em suma constituídos por materiais granulares.

Com duração de até 10 anos – outra grande vantagem desse tipo de pavimentação -, em caso de total remoção, o revestimento asfáltico pode ser total ou parcialmente reciclado.

A pavimentação semirrígida possui cimento em sua composição, sendo uma opção intermediária quanto às deformidades possíveis na pavimentação flexível e rígida. É uma boa opção para vias e pátios de carga móvel, mas pouco recomendado em caso de cargas inertes.

Em comparação, também é uma opção de fácil manutenção e apesar da base cimentada, possui o revestimento asfáltico o que também torna essa uma opção reciclável em caso de remoção do calçamento.

Mais comum em áreas de cargas estáticas ou pontos de frenagem, a pavimentação rígida é feita, basicamente, por placas de concreto, uma opção de alta resistência com baixa probabilidade de deformações pela tensão provocada por cargas.

Com durabilidade superior a 20 anos, as placas de concreto não sofrem tanto impacto com adventos naturais como acontece com as pavimentações flexíveis e semirrígidas, e apresenta grande resistência a fluidos automotivos, por exemplo.

Em contrapartida, não é um material reciclável, possui uma manutenção onerosa, que não permite reparos e demanda um descarte específico por acumular resíduos, como graxa e óleo.

Embora o gasto até três vezes maior com o pavimento rígido possa ser equilibrado com a vida útil e menor carência de manutenção, o uso das placas de concreto no Brasil é mínimo e quando necessário é realizado sempre em pontos específicos.

SUSTENTABILIDADE

Quando se fala em obras é fundamental considerar o impacto ambiental causado e levar em conta a sustentabilidade dos materiais que serão utilizados. A pavimentação e o processo de terraplanagem e infraestrutura interferem diretamente na composição solo e do meio como um todo.

No caso dos pavimentos flexíveis, semirrígidos e rígidos, é importante se atentar a durabilidade e possibilidade de reciclagem do entulho após ser removido para equilibrar essa equação de custo-benefício e sustentabilidade.

CALÇAMENTOS ALTERNATIVOS

Existem também outras opções de calçamento que podem ser uma alternativa em caso de necessidade de uma drenagem mais eficiente, por exemplo, como os pavers, que são pequenos blocos de concreto disponíveis com diferentes indicativos de resistência.

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